Adiante,
Vejo o que me é possível imaginar
Às vezes vejo mais,
Quando imagino o impossível.
Vou imaginando gaivotas
Voando,
Em direção ao mar
O imaginado
Às vezes voam noutras direções
As tempestades levam-nas para outros mares
Os imaginados
Imagino,
O levantar, o descolar
O voo, o pousar
As asas, as penas a voar
E, enquanto descansam em terra
A imaginada
Talvez nos imaginem a nós
Voando,
Em direção ao nosso mar
O nascer, o andar
O viver, o morrer
As solas de um ser, mais desgastadas que o próprio chão
A imaginação.
Vejo o que me é possível imaginar
Às vezes vejo mais,
Quando imagino o impossível.
Vou imaginando gaivotas
Voando,
Em direção ao mar
O imaginado
Às vezes voam noutras direções
As tempestades levam-nas para outros mares
Os imaginados
Imagino,
O levantar, o descolar
O voo, o pousar
As asas, as penas a voar
E, enquanto descansam em terra
A imaginada
Talvez nos imaginem a nós
Voando,
Em direção ao nosso mar
O nascer, o andar
O viver, o morrer
As solas de um ser, mais desgastadas que o próprio chão
A imaginação.
Sem comentários:
Enviar um comentário