Olá cabrão
Bem vindo ao teu caixão
Engole a tua covardia
E afoga-te no teu banho de mágoas.
Enquando ainda tiveres voz
Vou-te arrancar os teus erros
Arrependimentos serão eternos
Este é o teu inferno.
Assim, talvez
As minhas palavras
Ganhem formas anatómicas
Que te matem de susto.
E que te arranquem os olhos
Porque os olhos só deviam servir para quem quer ver
E tu, que cegaste de tanta vaidade
Morrerás a ver-me feliz.
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