Ninguém nos ensina a lidar com ela
Todos sabemos que um dia chegará para nós
Celebramos um novo nascimento e esquecemo-nos dos idosos
Tudo porque temos medo de envelhecer
A morte aproxima-se e toda a gente a sente
O cancro consome a pouca vida que te resta
E eu vejo-te reduzido a uma criança
O homem da família no seu estado mais vulnerável
Ninguém sabia muito bem o que dizer
A chuva veio para preencher o silêncio
Nunca choro nos momentos que é suposto
O cancro consome a pouca vida que te resta
E eu vejo-te reduzido a uma criança
O homem da família no seu estado mais vulnerável
Ninguém sabia muito bem o que dizer
A chuva veio para preencher o silêncio
Nunca choro nos momentos que é suposto
Tu, que falavas muito em Jeová
Avô, o Deus a quem rezavas não existe
Tantas rezas a agradecer a comida
Avô, o Deus a quem rezavas não existe
Tantas rezas a agradecer a comida
Tantos pedidos de socorro
O pão que agradecias sempre veio do teu próprio esforço
No dia em que partiste
Em forma de pássaro
Apareceste na minha janela
E na Graça inteira
Todos ouviram a canção mais bela
Em forma de pássaro
Apareceste na minha janela
E na Graça inteira
Todos ouviram a canção mais bela
Sem comentários:
Enviar um comentário